Os Velhos Marinheiros

"Quando se encontrava, convidado de honra, na popa de um saveiro, ante uma peixada sensacional, as panelas de barro lançado olorosa fumaça, a garrafa de cachaça passando de mão em mão, havia sempre um instante, quando os violões começavam a ser penteados, em que seus instintos marítimos despertavam. Punha-se de pé, o corpo pingando, dava-lhe a cachaça aquele vacilante equilíbrio dos homens do mar, declarava sua condição de "velho marinheiro".

Jorge Amado

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